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Toda a minha vida eu esperei alguém
Com esse sorriso, esse teu olhar
Nunca me entreguei, eu nunca quis ninguém
Parece que eu sabia que iria te encontrar
E assim minha alma esperava a tua
Como alguém que espera uma notícia boa
Como uma noite que espera a lua
Nunca iluminou-me tanto uma pessoa
Não, não, não, não,
Como uma chave abrindo os meus segredos
Como um livro lindo me arrancando os medos
Como uma lição que eu queria saber
Não, não, não, não
Como uma certeza que por Deus eu tinha
Você foi chegando e se fazendo meu
Me invadindo a vida e me fazendo ver
Que existe o amor
Basta desejar, querer mais que profundo
Que esse amor
Vai encontrar você em qualquer lugar do mundo
Que existe o amor
Basta desejar, querer mais que profundo
Que esse amor
Vai encontrar você em qualquer lugar do mundo
E assim minha alma esperava a tua…
Rick e Renner

Sei que nunca me verá
Como a menina dos seus sonhos
Sei que não se fixará
Na aparencia do meu corpo
É certo que a Lua não é de queijo
E que não tenho curvas de modelo

Sei que nunca entenderá
Este absurdo sentimento
Eu sei que não terei jamais
A fortuna de um beijo
É certo que diariamente estou vivendo
Em um conto de fadas que invento

E ainda assim, cuidarei de você
Quase lendo o seu pensamento
E ainda assim, eu ficarei
Sempre ao seu lado junto a seu silêncio
E ainda assim, te seguirei
Até que o mundo mude e gire ao contrário
Aqui Estarei…

Sei que nunca me verá
Como a causa de um desvelo
Eu sei que não compreenderá
Que sou o anjo do seu conto
Entendo que os seus olhos têm medo
De ver a mulher que sou por dentro

E ainda assim, cuidarei de você
Quase lendo o pensamento
E ainda assim, eu ficarei
Sempre ao seu lado junto aos seu silêncio
E ainda assim, te seguirei
Até que o mundo mude e gire ao contrário
Aqui Estarei…

Angelica Vale

Quando tinha 15 anos,esperava um dia ter um namorado… seria bom se fosse alegre e amigo…

 Quando tinha 18 anos, encontrei esse garoto e namoramos; ele era meu amigo, mas não tinha paixão por mim.
 Então percebi que precisava de um homem apaixonado, com vontade de viver, que se emocionasse…
Na faculdade saía com um cara apaixonado, mas era emocional demais.
 Tudo era terrível, era o ‘rei dos problemas’, chorava o tempo todo e ameaçava suicidar-se.
 Descobri então, que precisava de um rapaz estável.

Quando tinha 25 anos encontrei um homem bem estável, sabia o que queria da vida; mas era muito chato: queria sempre as mesmas coisas dormir no mesmo lado da cama, feira no sábado e cinema no domingo.
 Era totalmente previsível e nunca nada o excitava.
 A vida tornou-se tão monótona que decidi que precisava de um homem mais excitante.
 Aos 30, encontrei um tudo de bom, brilhante, bonito, falante e excitante, mas não consegui acompanhá-lo. Ele ia de um lado para o outro, sem se deter em lugar nenhum.
 Fazia coisas impetuosas, paquerava qualquer uma e me fez sentir tão miserável, quanto feliz.
 No começo foi divertido e eletrizante, mas sem futuro.
 Decidi buscar um homem com alguma ambição para com ele construir uma vida segura.
 Procurei bastante, incansavelmente…

Quando cheguei aos 35, encontrei um homem inteligente, ambicioso e com os pés no chão. Apartamento próprio, casa na praia, carro importado… Solteiro e sem rolos! Pensei logo em casar com ele. Mas era tão ambicioso que me trocou por uma herdeira rica…

 Hoje, depois de tudo isso, gosto de homens com pinto duro… E só!
 Nada como a simplicidade…

desconheço o autor

Não quero seu sorriso
Quero sua boca
No meu rosto
Sorrindo pra mim
Não quero seus olhares
Quero seus cílios
Nos meus olhos
Piscando pra mim
Transfere pro meu corpo
Seus sentidos
Pra eu sentir
A sua dor, os seus gemidos
E entender porque
Quero você !
Não quero seu suor
Quero seus poros
Na minha pele
Explodindo de calor.

Zélia Duncan

Tudo é tão frágil, raso, despedaçado. Como um louça de cristal quebrada, em pedaços tão pequenos que se perdem entre os dedos…mas que mesmo assim consegue machucar a mão da gente. O fato mais intrigante é que nunca foi inteiro…aliás começou pela quebra,pelo barulho,com ruptura. Como se pudesse inverter as ordens naturais das coisas, quis que começasse do fim. Foram diárias tentativas bem sucedidas,um “quase amor”, uma “quase felicidade”…um “quase” sempre. Foi inteiro de novo, sem nunca ter sido um dia. Eu tentei e pela primeira na vez na vida trilhei pelo caminho do meio.A mediocridade. E uma falsa estabilidade. Mas não dava. Não era eu. Eu sou desastrada demais pra carregar algo tão frágil. E ainda assim,muitas vezes quando os caquinhos tavam se juntando vinha um vento e levava os encaixes (im)perfeitos. Vivia em modo “stand by” só esperando acontecer o óbvio. A “mentira menos sincera”. A traição tão desejada. Pronto. Ia acabar com tudo e nunca mais precisaria tentar encaixar nada no lugar. Nunca fui boa em quebra cabeça. Aliás, em nada que precisasse usar a cabeça. Ou então quem sabe a vida me surpreenderia e o amor, paixão enlouquecedora e desejo pelo futuro em conjunto retornaria.Com o tempo. Eu era assim antes. Eu amava assim antes. Eu podia ser eu antes. Torcia pra bater aquela vontade de dizer que amo no meio de uma briga e esquecer do universo naquele momento. Talvez isso só estivesse em coma dentro de mim… e uma hora acordaria. Nada disso aconteceu. Estou com os cacos na mão de uma coisa que nunca existiu. Não teve começo, não tem fim…só esse intervalo que eu chamo de relacionamento. Espaços alternados de brigas e reconciliações. Quem dera as reconciliações fosse melhores que as brigas. Porque será que temos tanto medo do incerto? “Nem desistir nem tentar”. Por que é tão difícil pôr um fim a uma coisa que nem você acredita que vai dar certo? Gostar de alguém às vezes dói, não gostar de alguém pode doer também…mas não gostar de você mesmo quando está com alguém é algo apavorante.Se eu tivesse motivo pra parar eu pararia. Se eu tivesse motivos pra amar, poderia ser eu de novo. E amaria. Os restos do nada se misturam com restos de esperança e sobras de mim mesma…que nunca sei como continuar, principalmente porque não se continua o que nunca começou.
Desconheço o autor

Engraçado como tudo nessa vida passa. E só o tempo mesmo pra fazer a gente perceber isso. As conversas não são as mesmas, o toque não é o mesmo. Não somos os mesmos, na verdade.

Não sei se é só o tempo ou se é também uma questão de “percepção” das coisas. A gente cria uma pessoa fantasiosa na cabeça da gente que não existe na realidade. E a realidade está bem longe de se parecer com o que a gente criou na nossa cabeça.

Cadê aquela pessoa cheirosa, companheira e linda que a gente imaginava? Não existe mais. Ou talvez nunca tenha existido a não ser na nossa cabeça. É tudo diferente… os papos, o cabelo, a voz… o cheiro do carro. Aff.

Mas é isso aí. Não me arrependo de nada. Tudo serve pra gente aprender alguma coisa. Hoje, estou muito mais madura. Sei exatamente o que eu quero pra mim. Sei também o que eu não quero. E isso eu não quero.

Por isso, eu digo: só entre na minha vida se for pra fazer alguma diferença. To cansada de mala! Aff.

Brena Braz

Pode invadir ou chegar com delicadeza, mas não tão devagar que me faça dormir. Não grite comigo, tenho o péssimo hábito de revidar. Acordo pela manhã com ótimo humor mas … permita que eu escove os dentes primeiro. Toque muito em mim, principalmente nos cabelos e minta sobre minha nocauteante beleza. Tenho vida própria, me faça sentir saudades, conte algumas coisas que me façam rir, mas não conte piadas e nem seja preconceituoso, não perca tempo, cultivando este tipo de herança de seus pais. Viaje antes de me conhecer, sofra antes de mim para reconhecer-me um porto, um albergue da juventude. Eu saio em conta, você não gastará muito comigo. Acredite nas verdades que digo e também nas mentiras, elas serão raras e sempre por uma boa causa. Respeite meu choro, me deixe sózinha, só volte quando eu chamar e, não me obedeça sempre que eu também gosto de ser contrariada. ( Então fique comigo quando eu chorar, combinado?). Seja mais forte que eu e menos altruísta! Não se vista tão bem… gosto de camisa para fora da calça, gosto de braços, gosto de pernas e muito de pescoço. Reverenciarei tudo em você que estiver a meu gosto: boca, cabelos, os pelos do peito e um joelho esfolado, você tem que se esfolar as vezes, mesmo na sua idade. Leia, escolha seus próprios livros, releia-os. Odeie a vida doméstica e os agitos noturnos. Seja um pouco caseiro e um pouco da vida, não de boate que isto é coisa de gente triste. Não seja escravo da televisão, nem xiita contra. Nem escravo meu, nem filho meu, nem meu pai. Escolha um papel para você que ainda não tenha sido preenchido e o invente muitas vezes.

Me enlouqueça uma vez por mês mas, me faça uma louca boa, uma louca que ache graça em tudo que rime com louca: loba, boba, rouca, boca … Goste de música e de sexo. goste de um esporte não muito banal. Não invente de querer muitos filhos, me carregar pra a missa, apresentar sua familia… isso a gente vê depois … se calhar … Deixa eu dirigir o seu carro, que você adora. Quero ver você nervoso, inquieto, olhe para outras mulheres, tenha amigos e digam muitas bobagens juntos. Não me conte seus segredos … me faça massagem nas costas. Não fume, beba, chore, eleja algumas contravenções. Me rapte! Se nada disso funcionar … experimente me amar!
(Martha Medeiros)

Se tudo é para ontem, se a vida engata uma primeira e sai em disparada, se não há mais tempo para paradas estratégicas, caímos fatalmente no vício de querer que os amores sejam igualmente resolvidos num átimo de segundo. Temos pressa para ouvir “eu te amo”, não vemos a hora de que fiquem estabelecidas as regras de convívio: somos namorados, ficantes, casados, amantes? Urgência emocional. Uma cilada.

Associamos diversas palavras ao amor: paixão, romance, sexo, adrenalina, palpitação. Esquecemos, no entanto, da palavra que viabiliza esse sentimento: paciência. Amor sem paciência não vinga. Amor não pode ser mastigado e engolido com emergência, com fome desesperada. É preciso degustar cada pedacinho do amor, no que ele tem de amargo e de saboroso, no que ele tem de duro e de macio, os nervos do amor, as gorduras do amor, as proteínas do amor, as propriedades todas que ele tem. É uma refeição que pode durar uma vida.

Mas não. Temos urgência. Queremos a resposta do e-mail ainda hoje, queremos que o telefone toque sem parar, queremos que ele se apaixone assim que souber nosso nome, queremos que ela se renda logo após o primeiro beijo, e não toleraremos recusas, e não respeitaremos dúvidas, e não abriremos espaço na agenda para esperar.

Temos todo o tempo do mundo, dizem uns; não há tempo a perder, dizem outros: a gente fica perdido no meio deste fogo cruzado, atingidos por informações várias, vivências diversas, parece que todos sabem mais do que nós, pobres de nós, que só queremos uma coisa nessa vida, ser amados. Podemos esperar por todo o resto: emprego, dinheiro, sucesso, mas não passaremos mais um dia sequer sozinhos, te adoro, dizemos sei lá pra quem, para quem tiver ouvidos e souber responder “eu também”, que a gente está mais a fim de acreditar do que de selecionar.

Urgência emocional. Pronto-socorro do amor. Atiramos para todos os lados e somos baleados por qualquer um. E o coração leva um monte de pontos por causa dessa tragédia: pressa.

desconheço o autor

Ele terminou com você. Mas te trata super bem, sempre dando a entender que podem voltar a ficar juntos. Maldade? Não, os homens não são tão cruéis assim.

E, sim, VAIDADE! Ele na verdade, só quer te deixar sob a influência dele, dependente, sob seu controle; tipo uma tv em stand by que ele pode ligar quando não tiver nada melhor para fazer. Ou, simplesmente, pra sentir que você ainda gosta dele: ele não te quer, mas quer que você fique com ele na cabeça. Vai entender, coisa de homem com o ego maior que tudo.

Portanto, não se iluda: se ele quisesse estar com você, ele estaria!

Por que ele te enrola? Vaidade! Por que você prefere terminar um relacionamento a terminarem com você? Vaidade! Por que você finge que está bem mesmo despedaçado por dentro? Vaidade! Por que você não liga pro cara mesmo morrendo de vontade? Vaidade! Ai, o amor deixa de ser só sentimento e começa a virar jogo. E um jogo onde todos perdem.

Cansei de jogar, porque cansei de perder. Não sei se é ser burra demais, mas eu quero um amor sem competições, sem orgulhos bestas, sem egoísmos, sem blefes ou cartas na manga.

 Sim, eu tenho medo, mas quero aprender a me entregar sem “poréns” (E quero alguém que se entregue também.) O “talvez”, o “se” e o “mais ou menos” não deveriam fazer parte do vocabulário sentimental. Afinal, amor é “sim” ou “não”.

Desconheço a autoria

Ficar por ficar eu não quero,
Quero amor de verdade

Será que você não percebe
Que eu estou apaixonada.
Será que não vê nos meus beijos
Que eu quero você do meu lado

Ficar por ficar eu não quero
Beijar por beijar eu tô fora,
Menino vê se leva a sério
Vê se não pisa na bola.

Eu não quero só ficar
Quero mais que aventura
Dividir com você uma história de amor.

Mas porque não se importa
Com a minha paixão,
Não leva a sério o meu coração

Bruno e Marrone

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Estou cansada dessa vida de “ficar”  às vezes brinco que não sei mais como é namorar de verdade porque faz tanto tempo que não tenho um namorado pra me ligar todos os dias, pra sair no fim de semana, fazer programas de namorados….tenho um “ficante”  ou seria melhor dizer que tenho uma amizade colorida a um bom tempo…. nunca pensei que viveria assim que na verdade aceitaria uma situação dessa mas sou louca, apaixonada por ele….